31/03/09

Partilho contigo...


Para a caríssimo Diácono Hugo, com os melhores votos de um futuro sacerdotal, fecundo para a Igreja e para Sociedade.
Guarda, 27/3/2009
Card. José Saraiva Martins

Lançamento do Livro

As palavras do Senhor Cardeal:

17/03/09

Jovens com o Santo Padre

Cristo Jesus!
Tu foste jovem.
Soubeste como ninguém
viver os anos mais belos da tua vida.
Deste exemplo de uma juventude
sem sombras nem pesadelos.
Conheces seus coracões
e as suas aspiracões.
Conheces também as suas ansiedades
e sabes como é difícil ser jovem hoje.
Ensina-lhes a ser jovens.
Dá-lhes um coracão bom e puro,
manso e humilde como o Teu.
Purifica os seus pensamentos e desejos,
os seus olhares, palavras e acções.
Põe nos seus corações
os teus sentimentos de amor,
de entusiasmo e de disponibilidade
para realizar a vontade do Pai.
Torna-os capazes de anunciar
a Verdade, a Paz, o Amor
e fazer de Ti o Coração do Mundo.

Queiram, com a tua ajuda,
testemunhar o Evangelho
para que o mundo se torne mais belo,
e os homens vivam como irmãos.


Amen

In "Camaruniensis Angoliensisque itineris in memoriam"
- Encontro do Santo Padre com a Juventude Angolana

15/03/09

Dia Nacional da Cáritas


Cântico do Amor ( 1 Cor 13)



1* Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos,se não tiver amor, sou como um bronze que soa ou um címbalo que retine.

2Ainda que eu tenha o dom da profeciae conheça todos os mistérios e toda a ciência, ainda que eu tenha tão grande fé que transporte montanhas, se não tiver amor, nada sou.

3Ainda que eu distribua todos os meus bens e entregue o meu corpo para ser queimado,se não tiver amor, de nada me aproveita.

4*O amor é paciente,o amor é prestável,não é invejoso,não é arrogante nem orgulhoso,

5nada faz de inconveniente,não procura o seu próprio interesse,não se irrita nem guarda ressentimento.

6Não se alegra com a injustiça,mas rejubila com a verdade.

7Tudo desculpa, tudo crê,tudo espera, tudo suporta.

8*O amor jamais passará.As profecias terão o seu fim,o dom das línguas terminaráe a ciência vai ser inútil.

9Pois o nosso conhecimento é imperfeitoe também imperfeita é a nossa profecia.

10Mas, quando vier o que é perfeito,o que é imperfeito desaparecerá.

11Quando eu era criança, falava como criança,pensava como criança,raciocinava como criança.Mas, quando me tornei homem,deixei o que era próprio de criança.

12*Agora, vemos como num espelho, de maneira confusa; depois, veremos face a face.Agora, conheço de modo imperfeito;depois, conhecerei como sou conhecido.

13*Agora permanecem estas três coisas:a fé, a esperança e o amor;mas a maior de todas é o amor.

09/02/09

Eutanásia é uma falsa solução


No passado dia 1 de Fevereiro, Dia da Vida, o Papa Bento XVI afirmou no Angelus que a eutanásia é uma "uma solução falsa para o drama do sofrimento, uma solução indigna do homem: a verdadeira resposta consiste em dar testemunho do amor que ajuda a enfrentar a dor e a agonia de modo humano".

19/01/09

Greve Sim ou Não?

Na escola os Alunos não os veêm.
Na escola os Encarregados de Educação não os veêm.
Na escola os Auxiliares não os veêm.
Na escola os Orgãos Administrativos não os veêm.
Na escola os Colegas não os veêm.

Caros Colegas fazeis vós Greve?

17/01/09

A Cor Verde...

Ao observar as cores do arco-íris, ou a mistura de duas cores diferentes, vemos que o envolvente e aquilo que criamos têm uma cor determinada. Esta transmite-nos realidades e sentimentos.

A cor verde aponta-nos cada vez mais para a ecologia: a natureza na sua origem defendida de todo o atentado do Homem. Não é estranho que também a liturgia, use também a simbologia das cores, para que a acção para-litúrgica e litúrgica seja perceptível e entranhada de modo verdadeiro pelas culturas e pelos povos.


Ao vivermos o Tempo Comum, celebramos de cor verde, não em oposição aos “tempos fortes da liturgia” mas sim porque esta é a cor da normal vida do Cristão.
Fora das festas ou solenidades, somos convidados a celebrar a presença de Cristo nos actos comuns da nossa vida, sabendo que também na simplicidade Cristo nos acompanha e anima.

10/01/09

Liturgia das Horas - Online

O Secretariado Nacional de Liturgia colocou on line a edição abreviada da Liturgia das Horas com os textos de Laudes, Hora Intermédia, Vésperas e Completas para todos os dias do ano.Este serviço responde ao pedido de muitos fiéis para que os textos estejam disponíveis na Internet em formato digital.Estes textos podem ser usados para a oração e a organização de celebrações. O uso destes textos para fins comerciais requer a autorização da Conferência Episcopal Portuguesa.Fazemos votos para que esta novidade contribua para a prática cada vez mais generalizada da oração da Igreja.Esperamos, na medida das nossas possibilidades, poder disponibilizar todos os textos da liturgia em formato digital.
Toda a informação em: http://www.liturgia.pt/lh/

25/12/08

Evangelho segundo S. João 1,1-18.

No princípio existia o Verbo; o Verbo estava em Deus; e o Verbo era Deus. No princípio Ele estava em Deus. Por Ele é que tudo começou a existir; e sem Ele nada veio à existência. Nele é que estava a Vida de tudo o que veio a existir. E a Vida era a Luz dos homens. A Luz brilhou nas trevas, mas as trevas não a receberam. Apareceu um homem, enviado por Deus, que se chamava João. Este vinha como testemunha, para dar testemunho da Luz e todos crerem por meio dele. Ele não era a Luz, mas vinha para dar testemunho da Luz. O Verbo era a Luz verdadeira, que, ao vir ao mundo, a todo o homem ilumina. Ele estava no mundo e por Ele o mundo veio à existência, mas o mundo não o reconheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a quantos o receberam, aos que nele crêem, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus. Estes não nasceram de laços de sangue, nem de um impulso da carne, nem da vontade de um homem, mas sim de Deus. E o Verbo fez-se homem e veio habitar connosco. E nós contemplámos a sua glória, a glória que possui como Filho Unigénito do Pai, cheio de graça e de verdade. João deu testemunho dele ao clamar: «Este era aquele de quem eu disse: 'O que vem depois de mim passou-me à frente, porque existia antes de mim.'» Sim, todos nós participamos da sua plenitude, recebendo graças sobre graças. É que a Lei foi dada por Moisés, mas a graça e a verdade vieram-nos por Jesus Cristo. A Deus jamais alguém o viu. O Filho Unigénito, que é Deus e está no seio do Pai, foi Ele quem o deu a conhecer.

23/12/08

A minha Mensagem de Natal para ti


Manifestou-se a graça de Deus

Said that it was the grace of God

Apparuit gratia Dei Salvatoris nostri omnibus hominibus

Um Santo Natal e um Ano Novo cheio das melhores Bênçãos de Deus.

Mensagem de Natal de D. Manuel Felício


Está a bater-nos à porta mais um Natal. O Natal é a Festa que celebra o nascimento de Jesus Cristo, acontecido há 2000 anos, em Belém, uma cidade da Palestina, que pertencia à Província Romana da Síria, então sob administração do Imperador César Augusto.



Este Imperador tinha decretado um recenseamento e cada cidadão era obrigado a dirigir-se à sua terra de origem para aí se recensear. Foi o que aconteceu a José, esposo de Maria, que estava para dar à luz.Por isso, o Menino nasceu nas cercanias de Belém de Judá, fora da cidade, onde não houve lugar para o acolher, numa casa normal. Este Menino foi adorado pelos pastores das redondezas, em nome das gentes pobres e simples e, mais tarde, pelos sábios ou magos, vindos do Oriente guiados por uma Estrela. Estes representam a ciência que investiga os segredos da história e da natureza, para bem da Humanidade; simbolizam também o poder instituído que procura os melhores caminhos para dar rumo certo às populações que lhes estão confiadas.



Jesus nasceu, assim, no coração da pobreza representada pela manjedoira dos animais e no meio dos pobres representados pelos pastores da cercania de Belém. É que Ele veio, de facto, para se colocar ao lado dos pobres e excluídos e para lhes abrir caminhos novos de combate à pobreza e à exclusão. Por isso anunciou uma humanidade nova e um Reino Novo, onde há lugar para todos e onde os últimos são os primeiros.



Esta lição do Natal é a receita de que continuamos a precisar para combater a grave crise social em que estamos mergulhados. De facto cresce o número de pobres e excluídos; aparecem novas formas de pobreza que se manifestam em pessoas, grupos de pessoas e também em regiões desfavorecidas como a nossa. Os sintomas da grave crise que atravessamos são muitos.



São o desemprego e o emprego precário, por causa das condições de inviabilidade que afectam muitas das nossas empresas e desincentivam a criação de outras.



É o analfabetismo, sobretudo entendido como incapacidade generalizada de as pessoas tirarem partido dos conhecimentos adquiridos para entrarem no processo geral do desenvolvimento. Infelizmente existe também marginalidade nos nossos meios; marginalidade ligada a hábitos e a formas de cultura que não se adaptam ao quadro das leis vigentes ou não prevenida através de uma educação bem conduzida.


A solidão, determinada principalmente pelo crescente número de idosos nos nossos meios e a necessidade de seus familiares mais próximos partiram para outras terras à procura das condições de vida que aqui não têm, é outro factor preocupante; uma solidão que cresce também e se prolonga na vida de outras pessoas que se isolam e cortam as relações mais elementares com a família, os amigos e as suas tradições de origem, quase sempre porque lhes são fechadas todas as portas normais de acesso à integração social.


Estas quatro novas formas de pobreza são apenas alguns dos sintomas da realidade social dos nossos meios que estão a pedir medidas eficazes para corrigir o processo de empobrecimento progressivo das nossas gentes.



Fazemos votos para que este Natal toque o coração de todos os responsáveis pela condução da nossa vida social, os que pertencem aos quadros da administração pública central e local e também os que representam a sociedade civil organizada em corpos intermédios. Que a boa e eficaz colaboração de todos leve a luz de Belém ao encontro de todas as pessoas e suas famílias. Assim daremos cumprimento aos votos generalizados de Natal Feliz e Próspero Ano Novo, a que estamos habituados nesta quadra do ano.



Desejo um Santo e Feliz Natal para todos.

Guarda, 16 de Dezembro de 2008
+Manuel R. Felício, Bispo da Guarda

01/12/08

Ordenação de Diácono

Tenho a alegria de anunciar que serei Ordenado Diácono, na Sé da Guarda, dia 8 de Dezembro de 2008 pelas 16 horas.


Agradeço a vossa presença e oração.

19/11/08

Celebrar a Vida - Vinte Seis Anos



Celebrar a Vida; Ó Deus! Sim, porque em ti vivemos, nos movemos e existimos…
Em Loriga eu te bendigo. Feliz por não existir simplesmente, mas por VIVER em Ti…
Pela Obra que é Tua (aqui de beleza sublime) e por aqueles que colocas na minha vida e Amas e dando-lhe a Vida que é Tua:


A toda a hora bendirei o Senhor,
o Seu louvor está sempre na minha boca.
A minha alma gloria-se no Senhor;
ouçam e alegrem-se os humildes.

Enaltecei comigo ao Senhor,
e exaltemos juntos o Seu nome.
Procurei o Senhor, e Ele atendeu-me;
libertou-me de todos os meus temores.

Voltai-vos para Ele e ficareis radiantes:
vossos rostos não se hão-de cobrir de vergonha.
Este pobre clamou, o Senhor o ouviu,
salvou-o de todas as angústias.

O anjo do Senhor protege os que O temem
e defende-os dos perigos.
Provai e vede como o Senhor é bom;
feliz o homem que n’Ele se refugia. Salmo 33 (34)

O Testemunho do Pedro na Semana dos Seminários